As estrias surgem quando a pele “estica” de maneira muito mais rápida (quando engordamos, engravidamos, ou durante adolescência, por exemplo) do que o elastano e o colágeno conseguem acompanhar. A eficácia dos tratamentos contra estrias depende da quantidade e de quão antigas e profundas são as marcas — em casos de estrias mais recentes, chega-se a uma taxa de 80% de eliminação das marcas na pele. Além dos fatores citados anteriormente, a propensão genética também é um dos fatores determinantes para o surgimento de estrias.
Há muitos métodos que auxiliam no combate a estrias brancas e estreitas. Um dos mais interessantes é o peeling de cobre associado à intradermoterapia. O primeiro método faz com que as estriais percam a coloração esbranquiçada, deixando-as com um tom mais parecido com o do resto da pele. Já a intradermoterapia, como o próprio nome sugere, consiste na aplicação local de algumas substâncias que têm o efeito de estimular a produção de colágeno.
Contra estrias mais profundas e largas, o tratamento mais indicado é a mistura das técnicas de laser fracionado e subcisão. O método leva de 30 a 60 dias para começar a mostrar efeito, mas consegue reduzir bastante a largura e a profundidade das estrias mais antigas. É um procedimento mais invasivo do que os anteriores, e deve ser realizado apenas em clínicas de sua confiança.

